Space Intelligence
Continuous monitoring of critical assets. Manage operational risks and anticipate threats with satellite imagery and geospatial AI for mining, energy, carbon, and critical infrastructure.
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nor ASSET & TERRITORY INtelligence

AI-Powered Detection & Continuous Monitoring
The asset and territorial intelligence system monitors assets and sensitive areas using satellite imagery and AI, generating alerts at an operational cadence. Deforestation, invasions, wildfires, and interferences are detected with georeferenced evidence and historical records for immediate action.

Standardized Reports & Compliance
The differentiator goes beyond image analysis. Every detected change becomes an incident report with automatic classification, forms, evidence, and an audit trail. The result is standardized reporting and a clear workflow from alert to resolution, with support for field operations through a mobile app.

OPEX Reduction Through Intelligence
The system prioritizes urgent campaigns by identifying the focus of each incident. Events are screened, categorized, and routed for execution, reducing travel and accelerating response times. Monitoring can be configured by area, corridor, and criticality, with on-demand tasking and integrations with existing systems.
NOR carbon intelligence
https://www.contribute.io

"What used to require 4 technicians and 2 weeks of work is now solved in minutes. More than R$80,000 saved in technical team costs from a single analysis."

Roberto Silva, PhD.
Sustainability Manager
Discover how NOR Space is revolutionizing spatial intelligence.
Defesa & Segurança Nacional
Imagem de satélite de alta resolução é hoje a base das capacidades modernas de reconhecimento, vigilância e apoio à decisão em operações de defesa, sem depender de plataforma aérea tripulada nem de presença física em área de risco. No Brasil, a FAB opera desde março de 2025 os satélites SAR Lessonia X39 e X43 de forma autônoma, por meio do Centro de Operações Espaciais em Brasília, um passo concreto em direção à soberania de inteligência espacial. O desafio que resta não é mais captar a imagem. É transformá-la em inteligência operacional dentro do prazo em que ela ainda importa para a decisão.
O que separa inteligência de dado arquivado
O que determina se uma imagem orbital vira inteligência útil para uma operação de defesa, em vez de dado que chega tarde demais para importar, é a combinação de três propriedades que raramente aparecem descritas juntas. A primeira é o intervalo entre a necessidade e a imagem entregue: um fluxo de tasking manual, sem orquestração automatizada entre constelações, tende a acumular latência incompatível com operações de resposta rápida, um problema que arquiteturas de orquestração multi-constelação via API reduzem de forma expressiva. A segunda é a qualidade da análise, porque uma imagem de alta resolução entregue a tempo ainda gera pouco valor se exigir horas de revisão manual antes de virar inteligência acionável, um gargalo que visão computacional com fusão multiespectral e SAR desloca da ordem de horas para a de minutos. A terceira, menos discutida, é a rastreabilidade da decisão: toda ação tomada com base em dado orbital precisa carregar responsável, data e justificativa documentados, porque sem esse registro a cadeia de comando não tem como auditar a operação depois do fato.
Imagem é matéria-prima. Inteligência é o produto. A distância entre as duas é exatamente o que uma arquitetura de defesa precisa fechar.
SAR e óptico não competem, se complementam
Para operação militar, a escolha do sensor define o que é possível detectar e sob quais condições. Imagem óptica de resolução submétrica entrega detalhamento visual fino, com identificação de veículo, embarcação, infraestrutura e padrão de movimentação, mas tem uma limitação que nenhum avanço de resolução resolve: nuvem, fumaça e escuridão bloqueiam o sinal por completo. SAR ataca exatamente esse ponto cego, atravessando nuvem, fumaça e operando à noite, como demonstrado na operação da FAB na Ilha de Marajó em junho de 2025, quando aeronaves equipadas com SAR detectaram estrutura naval camuflada e padrão logístico atípico em rio amazônico, precisamente o tipo de cena que imagem óptica não cobriria sob cobertura de nuvem tropical.
Uma arquitetura que produz inteligência consistente combina os dois sensores, óptico para identificação visual detalhada e SAR para cobertura contínua independente de condição climática, porque nenhum dos dois é suficiente sozinho em ambiente operacional real.
Soberania de dado começa na infraestrutura de processamento
Para qualquer operação de defesa ou inteligência, onde o dado é processado define quem tem acesso a ele. Plataforma estrangeira de análise de imagem, por mais eficiente que seja, submete dado operacional à jurisdição de outro país, e o Cloud Act americano de 2018 torna essa exposição concreta ao autorizar autoridades dos Estados Unidos a acessar dado de empresas americanas independentemente de onde ele esteja hospedado, uma condição incompatível com requisito básico de inteligência soberana. É por isso que a FAB assumiu o controle autônomo dos satélites Lessonia em março de 2025: soberania de dado começa no controle da infraestrutura de processamento, não apenas da plataforma orbital.
Como o NOR Defence Intelligence fecha esse ciclo
O NOR Defence Intelligence foi desenvolvido para reduzir o intervalo entre a aquisição de dado orbital e a tomada de decisão operacional, integrando aquisição, processamento, análise e comando num único ecossistema, com o mesmo princípio de fundo: toda a arquitetura opera em infraestrutura nacional, o que preserva o controle sobre informação estratégica e remove dependência externa nas etapas críticas do fluxo.
Quatro módulos sustentam essa integração. O SENTINEL Tasking orquestra automaticamente múltiplas constelações via API, avaliando em tempo real fatores como disponibilidade, janela de passagem sobre a área de interesse, cobertura de nuvem prevista e o tipo de sensor mais adequado à missão, o que reduz de forma expressiva a latência entre solicitação e entrega. O SAI Analysis aplica visão computacional com fusão entre imagem SAR e óptica para identificar automaticamente embarcação, aeronave, veículo, infraestrutura sensível e mudança de ocupação em área monitorada, deslocando a triagem inicial de horas para minutos e liberando o analista para validação e interpretação dos eventos mais relevantes. O ORBIT Planning calcula a melhor janela de aquisição para cada área de interesse considerando variáveis como elevação solar, ângulo de observação e cobertura de nuvem prevista, programando cada coleta para o momento de maior probabilidade de dado útil. E o NEXUS Command centraliza decisão, tarefa e evidência numa interface única, registrando automaticamente responsável, data, justificativa operacional e histórico de cada ação, o que cria uma cadeia digital auditável do pedido de coleta até a decisão final.
Uma arquitetura orientada à soberania tecnológica
Além da funcionalidade operacional, o NOR Defence Intelligence foi concebido para atender ao requisito de segurança de operação estratégica: toda a stack roda em infraestrutura nacional, sem dependência de fornecedor estrangeiro nas funções críticas. A solução adota posicionamento dual-use, com aplicação prioritária em operação civil e governamental, compatibilidade ITAR/EAR friendly e nenhum componente relacionado a sistema de armamento, entregando uma base tecnológica para inteligência espacial voltada a monitoramento, vigilância, planejamento e apoio à decisão, preservando autonomia operacional e soberania de dado.


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